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domingo, 21 de abril de 2013

DEIXE SEU JULGAMENTO PARA DEPOIS !!!


Passeando pela internet achei este belo texto...

Quantas vezes julgamos as pessoas pela primeira impressão, pela aparência, por uma palavra dita num momento difícil, por uma reação inesperada. Julgamos a trajetória de toda uma "vida" de alguém, em função de um momento apenas. E aí vem a condenação, o veredicto.... Estamos cometendo um grande erro !!

É muito importante lembrarmos disso sempre. Lembremos que também estamos sujeitos a esse tipo de reação em nosso cotidiano. Quem lê aquilo que escrevemos e que passamos para tanta gente, acha que não temos problemas, não sofremos, não ficamos doente, e que tudo em nossa vida é "maravilhoso". Não é nada disso não... Passamos por tudo isso e muito mais. Quem mais se expõe, mais sujeito a problemas está !!!

Enfim, fica aqui o recado a todos os meus Amigos para esse domingo maravilhoso e com grandes promessas de ser "aquele" domingo: vamos conhecer melhor a história de cada um antes de colocarmos uma corda em seu pescoço. Afinal, quem não tem problemas que "atire a primeira pedra"...



segunda-feira, 17 de setembro de 2012

A Arte de Cultivar Virtudes




Um avô e seu neto caminhando pelo quintal, ora se agachando aqui, ora ali, 
em animada conversação, não é cena muito comum nos dias atuais.
 
O garoto, de 4 anos de idade, aprendia a cultivar e a cuidar das plantas 
com o exemplo do seu avô, que tinha tempo para o netinho, sempre que este o visitava.
 
Era por isso que o pequeno Nícolas acariciava as mudinhas que havia plantado e dizia: 
                             Quem planta colhe, né, vovô?
 
Mas o avô não é habilidoso apenas no cultivo de plantas, é hábil também na arte de cultivar virtudes.
 
Entre uma conversa e outra, entre a carícia numa flor e uma erva daninha que arrancava, 
ele ia cultivando virtudes naquele coração infantil.
 
Ia ensinando que, para obter frutos saborosos e flores perfumadas, 
é preciso cuidado, dedicação, atenção e conhecimento.
 
E que, acima de tudo, é preciso semear, pois sem semeadura não há colheita.
 
O cuidado do pequeno Nícolas pelas plantas era fruto do ensinamento 
que recebeu desde pequenino, pois nem sempre foi assim.
 
Quando começou a engatinhar, suas mãozinhas eram ligeiras para arrancar tudo o que via pela frente,
 como qualquer bebê que quer conhecer o mundo pela raiz...
 
E, se não tivesse por perto alguém que lhe ensinasse a respeitar a natureza, 
talvez até hoje seu comportamento fosse o mesmo, como muitas crianças da sua idade ou até maiores.
 
Importante observar que as melhores e mais sólidas lições as crianças
 aprendem no dia-a-dia, com os exemplos que observam nos adultos.
 
É mais pela observação dos atos do que pelos conselhos, 
que os pequenos vão formando seus caracteres.
 
Se a criança cresce em meio ao desleixo, ao descuido, às mentiras, ao desrespeito, 
vendo os adultos se agredindo mutuamente, ela aprenderá essas lições.
 
Assim, se temos a intenção de passar nobres ensinamentos a alguém, 
se faz necessário que prestemos muita atenção ao nosso modo de vida, às nossas ações diárias.
 
Como todo bom jardineiro, os educadores devem ser bons cultivadores de valores e virtudes.
 
Devem observar com cuidado as tendências dos filhos e procurar semear na alma infantil, 
as sementes das virtudes.
 
Ao mesmo tempo devem preservá-la das ervas-daninhas, das pragas, da seca e das enchentes. Sem esquecer jamais o adubo do amor.
 
A alma da criança que cresce sem esses cuidados básicos, por parte dos adultos, geralmente se torna campo tomado pelas ervas más dos vícios de toda ordem.
 
E, de todas as ervas más, as mais perigosas são o orgulho e o egoísmo, pois são as que dão origem às demais.

 
Por isso a importância dos cuidados desde cedo. E para se ter êxito nessa missão de jardineiro de almas, 
é preciso atenção, dedicação, persistência, determinação.
 
O campo espiritual exige sempre o empenho do amor do jardineiro para que possa produzir bons resultados.
 
E o empenho do amor muitas vezes exige alta dose de renúncia e de coragem. 
Coragem de renunciar aos próprios vícios para dar exemplos dignos de serem seguidos.
 
Os jardins da alma infantil são férteis e receptivos aos ensinamentos que percebem nas ações dos adultos.
 
Por essa razão, vale a pena dedicar tempo no cultivo das virtudes, 
antes que as sementes de ervas-daninhas sejam ali jogadas, nasçam e abafem a boa semente.
 
* * *
 
Para que você seja um bom cultivador de almas, é preciso que tenha, 
na sua sementeira interior, as mudinhas das virtudes.
 
Somente quem possui pode oferecer. Somente quem planta pode colher.
 
Pense nisso, e seja um cultivador de virtudes.
 

domingo, 26 de agosto de 2012

A culpa





Queridas (os) leitoras (es),

Estou estudando para falar do tema CULPA e entre alguns livros da literatura espírita encontrei um fantástico que eu amo de paixão que é Conflitos Existenciais de Divaldo Franco, pelo espírito Joanna de Ângelis.
E aprendi algo bem interessante sobre o processo de instalação da culpa..
Começando...
Como sabemos (ou eu sei e acredito) tudo acontece na infância e é na infância através da educação que damos ou não damos que teremos pessoas se sentindo culpa por isso ou por aquilo.
Olhem o que diz um trecho do livro:

" A má-formação educacional, especialmente quando impede a criança de desenvolver a identidade, conspira para a instalação da culpa. Normalmente, exige-se que o educando seja parcial e adulador, concordando com as ideias dos adultos – pais e educadores- que estabelecem os parâmetros da sua conduta, sem terem em vista a sua espontaneidade, a sua liberdade de pensamento, a sua visão da existência humana em desenvolvimento e formação.
Constrangida a ocultar a sua realidade, a fim de não ser punida, sentindo-se obrigada a agradar os seus orientadores, a criança compõe um quadro de aparência como forma de conveniência, frustrando-se profundamente e perturbando o caráter moral que perde as diretrizes de dignidade, os referenciais do que é certo e do que é errado.
A insegurança na forma de proceder e a dubiedade de conduta( a que agrada aos outros e aquela que a si mesmo satisfaz), quase sempre desencadeiam processos sutis de culpa, que se passam a zurzir(maltratar) o indivíduo na maioria das vezes que é convidado a definir rumos de comportamento.
A culpa pode apresentar-se a partir do momento em que se deseja viver a independência, como se isso constituísse uma traição, um desrespeito àqueles que contribuem para o desenvolvimento da existência, que deram orientação, que se esforçaram pela educação recebida. Entretanto, merece considerar que, se o esforço foi realizado com o objetivo de dar felicidade, a mesma começa a partir do instante em que o indivíduo afirma-se para realizar, para fazer-se independente."


Eu entendo tudo isso com um alerta a nós pais, como estamos educando nossos filhos?, para que estamos educando-os?, estamos dando o espaço que ele merece?, estamos ouvindo nossos filhos?
Que todos nós, pais, educadores, possamos refletir e muito nessas palavras, refletir e muito de como estamos educando e para que estamos educando, o que queremos que nossos filhos sejam, com queremos que eles possam agir amanhã....
Mas algo importantíssimo precisamos saber, se após nossa reflexão notarmos que erramos aqui ou ali, que não nos culpemos e sim nos responsabilizemos pelo ocorrido, pois se erramos, foi tentando acertar, se erramos vamos ser sincero conosco e com as pessoas envolvidas e ver que atitude podemos tomar a partir de agora.



sexta-feira, 10 de junho de 2011

Mitos e verdades na busca do emprego




SÃO PAULO – Quando o assunto é a busca por um novo emprego, muitas dúvidas surgem na cabeça dos candidatos. Aqueles que acabaram de ter filhos sofrem com a possibilidade de o empregador não querer pessoas com crianças pequenas. Outros, mais velhos, temem ser preteridos por conta da idade. Mas será que esses fatores realmente contam?
Para esclarecer estas e outras dúvidas, o portal InfoMoney consultou a headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Juliana Gomes. Veja, abaixo, as respostas.
Idade atrapalha?
Segundo Juliana, quando o assunto é idade, as pessoas temem ser preteridas por serem mais velhas ou serem novas demais. Neste último caso, sobretudo, se estiverem pleiteando um cargo de liderança.
Entretanto, de acordo com a headhunter, tudo depende da posição e do perfil da empresa. “Não adianta querer colocar um profissional mais jovem para liderar pessoas com perfil sênior, por exemplo, e vice-versa”. 
Ter filhos é um problema?
A questão de que as empresas não querem contratar pessoas com filhos, sobretudo pequenos, é um mito, afirma a especialista.
De acordo com ela, cada vez mais, as empresas estimulam a qualidade de vida do profissional e esperam que ele saiba administrar o tempo. “A questão é de maturidade de administração”. 
Morar longe pode?
A distância e especialmente o tempo de deslocamento entre casa e trabalho são fatores nos quais as empresas prestam atenção, ganhando ainda mais importância nas grandes cidades, como São Paulo.
Por outro lado, Juliana explica que o tempo de deslocamento não é um fator de eliminação, mas pode ser “um voto de minerva” em alguns casos. 
Não ter perfil em redes sociais é um crime?
As redes sociais entraram definitivamente na vida das pessoas e isso inclui o mercado de trabalho. Atualmente, diz a especialista, os recrutadores investigam como as pessoas se relacionam na rede, observando tanto o relacionamento com amigos como com o networking.
“As pessoas têm que estar na rede, ligadas no que está acontecendo”. 
Ser mandado embora é sinal vermelho?
Ter sido mandado embora do trabalho não é motivo para preocupação. O problema, diz Juliana, é quando a dispensa se torna recorrente.
“É perfeitamente natural sair quando os valores da empresa não combinam mais com os da pessoa. O problema é quando isso acontece repetidas vezes”. 
Muitos empregos em pouco tempo é ruim?
Neste caso, explica a especialista, a imagem do candidato pode ser prejudicada. O ideal é que a pessoa termine os projetos começados e fique ao menos de um a dois anos em cada companhia.
O contrário, acrescenta, ficar muito tempo em uma empresa também é ruim, especialmente se a pessoa não obteve qualquer evolução no período.
Processo de trabalho e licença saúde impedem novo emprego?
Ter no “currículo” um processo de trabalho ou uma licença saúde não impactam na busca por um novo emprego, esclarece Juliana. Contudo, no primeiro caso, diz, muitos processos podem chamar a atenção.
Já no segundo, independentemente do que tenha acontecido, explica, o que importa é postura do profissional, o comprometimento com o trabalho e os resultados obtidos.

domingo, 5 de junho de 2011

Manta de tricot minha paixao

Aqui no sul já esta bem friooooo
Essa época eu adoooooroooo tricotar

Vejam minha manta.....
Eu achei que ficou bonitinha
Por sinal, é um acessorio que eu amooo de paixão

Manta Rosa feita por mim

sábado, 7 de maio de 2011

Dica para carreira


10 comportamentos que prejudicam a carreira

São raros os casos de profissionais que investem quase que a vida toda na aquisição de novos títulos que teoricamente ajudariam a alavancar a ascensão na carreira. No entanto, o que se percebe é que todo o esforço parece ter sido em vão e outros colegas de trabalho, que não possuem tantas especializações até já receberam propostas para gerenciar equipes na própria empresa e convites até mesmo da concorrência. Mas, o que ocorre? A resposta pode estar não no campo técnico, mas na área comportamental do indivíduo. Selecionei algumas atitudes que podem prejudicar a carreira de muitas pessoas, que sem perceberem comprometem o próprio futuro profissional no dia a dia da empresa em que atuam.

01 - Quando se deparam com o fato de passarem por um processo de avaliação de desempenho, muitos profissionais sentem-se ofendidos e não veem nessa ferramenta, a possibilidade de receber um feedback tanto dos seus pontos fortes quanto daqueles que precisam ser trabalhados. Resultado: deixam uma rica oportunidade de desenvolvimento passar por suas mãos ou, pior ainda, imaginam que a sua avaliação é apenas uma desculpa para que ele seja desligado da organização.
02- "Eu falei e ponto final". Quantas pessoas, nesse exato momento, proferem essa frase sem pensar no efeito que elas trarão às suas carreiras? Hoje, a competência comportamental de se mostrar aberto ao diálogo com os demais colegas de trabalho, não importa a função que se exerça, é considerada um diferencial significativo para um mercado altamente competitivo. Se alguém não está disposto a escutar os demais que estão ao seu lado, reduz significativamente as chances de também ser ouvido por outros. Isso, por sua vez, cria um isolamento, uma espécie de quarentena que envolve a pessoa e a deixa alheia ao que acontece ao seu redor.
03 - "O quê? Agora que você conseguiu entender esse procedimento? Eu já sei como tudo funciona e os outros sempre devem me procurar, porque estou certo nas minhas decisões e não erro nunca". Infelizmente, ainda há profissionais que carregam consigo essa mentalidade e arrogância de serem os melhores. Ninguém é suficientemente "intocável" e detentor de todo conhecimento, mesmo que já atue em uma função por anos.
04 - Para quem apresenta um comportamento como o citado acima, é sinal de que dificilmente essa pessoa estará apta para o desenvolvimento e quando isso ocorre, é porque o "sinal vermelho" foi dado faz tempo. Sair da zona de conforto, não representa valor algum para esse tipo de profissional. Afinal é mais cômodo ficar onde está, porque dá menos trabalho e "em time que ganha, não se mexe". Quantos profissionais já amargaram os resultados dessa "premissa" ultrapassada?
05 - O novo sempre gera receio para qualquer indivíduo, isso é muito mais comum do que se imagina. Quem, por acaso, gostaria de pular um muro alto sem saber o que o aguarda do outro lado? Uma pessoa de bom senso, no mínimo, tentaria dar uma "olhadinha básica" para não se dar mal. Diante de tanta velocidade no universo globalizado, não dá para ficar parado e esperar que isso passe despercebido e sem consequências para o futuro de uma carreira. Dizer não às mudanças é o mesmo que pisar em um campo cheio de pregos, com os olhos vendados.
06 - "O conhecimento que adquiri é apenas meu e não vou compartilhá-lo com quem quer que seja". Imagine uma pessoa que se acha detentor do conhecimento e que em momento algum passa pela mente que um dia precisará consultar ou pedir ajuda a algum dos seus pares. Existe uma significativa probabilidade de que esse profissional não consiga apoio dos colegas, uma vez que ele "sabe de tudo".
07 - Se uma equipe alcança êxito em uma atividade, há quem possa querer ganhar os "louros" apenas para si, pois sem sua presença logicamente os resultados não teriam sido alcançados. Todos que formam uma equipe contribuem de alguma forma para a obtenção do êxito. Acreditar que tudo funciona ao seu redor, é característica explícita de uma pessoa egocêntrica e que devido ao seu autoestrelismo, acaba por apagar o próprio brilho. Lembre-se: o espírito de equipe é uma das competências comportamentais mais valorizadas por empresas competitivas e que oferecem ótimas chances de ascensão.
08 - Não existe problema algum em querer galgar degraus mais altos no campo organizacional. No entanto, há pessoas que extrapolam os limites do bom senso e acreditam que "pisando nos colegas", o sucesso chegará mais fácil. É bom lembrar que todos os dias, as atitudes fazem a nossa marca não apenas junto ao colega que senta ao nosso lado, mas também a toda empresa. E como a facilidade de troca de informações, a imagem do profissional propaga-se mesmo que ele próprio pense que determinados fatos ficarão restritos a quatro paredes. Hoje o network, as redes de relacionamento também costumam ser fontes de pesquisas para saber qual a reputação que o profissional construiu no mercado.
09 - "Todos querem tomar meu lugar e não posso confiar nem na moça que serve o cafezinho". Quando um profissional chega a esse estágio, existem três alternativas: ou ele procura uma nova colocação no mercado; torna-se foco de conflitos que comprometem o clima organizacional ou, ainda, é um candidato a ter um enfarto ou a provocar um ataque cardíaco no colega ao lado. Caso a pessoa sinta-se perseguida no ambiente de trabalho, é preciso que tenha a atitude de conversar com seu gestor ou o final pode gerar sérios problemas tanto individuais quanto para a coletividade.
10 - "Não sei de deveria contar, mas fiquei sabendo de uma novidade!!!". Há pessoas que além de estimularem a circulação de boatos dentro da equipe, não perde a oportunidade de acrescentar uma exagerada dose de dramaticidade. Quem usa o seu tempo para "observar" o colega, esquece que os ponteiros do relógio não param e que a sua própria vida também passa rapidamente e com ela, boas oportunidades que não mais baterão à porta.